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sábado, 15 de maio de 2010

Gratidão sim, porém ...
Quando Luxemburgo comandou Diego Sousa, de fato ele ficou bem escondido no esquema tático do time Campenao Paulista, mas teve sim sua ótima parcela de importância naquele super time. Após a saida de Valdívia e a não substituição a altura do jogador, Diego Sousa foi tendo mais espaço e liberdade pra crescer dentro da equipe. O jogador que atuava praticamente como um segundo voltante se tornou um meia em adiantado chegando constantemente ao ataque. Mas não foi a da mudança de pocisionamento que ele começou a se destacar, vi um jogador que foi adquindo confiança e por a partir dai supreendo com lindas jogadas e gols sensacionais. É desse jogador que vou sentir falta e que lamento o não ter mais no grupo. Infelizmente de um bom tempo pra cá Diego Sousa não vem jogando absolutamente nada. Desde a derrocada do time no Campeonato Brasileiro do ano passa eu já tinha uma anáslise do jogador. Diego é um jogador grande (1,86) e muito forte, exigi dele uma movimentação maior na faixa de meio campo (armando) e presença no ataque acaba exigindo demais dele fisicamente justamnete pelo seu porte. Armar e por muitas vezes se fazer presente no ataque é desgastar o jogador que já no segundo tempo das partidas sempre cai muito de produtividade. Eu testaria ele no ataque como um primeiro atacante ajudando o Robert na frente mas sem responsabilidade marcar ou colocaria ele no lugar do Robert como um centro avante mesmo, pois vejo um jogador com características boas em um atacante bem a frente. Chute, força no giro, jogar de costas, drible curto. É claro que quanto a jogar de costas para o gol seria necessário um trabalho de condiocionamento sem que esse inibisse outro ponto forte dele que é o drible frente a frente com o adversário.

Infelizmente toda essa empolgação que talvez pudesse ocorrer por ser uma das principais estrelas do time foi acabando com as partidas de atuações apagadas e o pior de tudo desmotivadas. Foi ai que a torcida se revoltou e perdeu a paciência com o jogador, que absorveu as ofensas de meia dúzia de ditos torcedores e repondeu dando dedo e enchendo a boa com palavrões. No início do ano Diego Sousa também foi alvo da ira dos torcedores em um protesto da Mancha Verde em frente ao Palestra Itália o chamando de pipoqueiro. Diego responde em campo e parecia que aos pouco as coisas iam caminhando para uma conciliação. Isso durou pouco e a apatia que o fazia sumir literalmente do jogo não casava com o desejo da torcida de puxar a resposabilidade nos jogos e tentar ser decisivo. Depois das trocas de ofensas, Diego não foi a público pedir desculpas e a diretoria resolveu afasta-lo do grupo.

Assim como a paciência de Diego Sousa acabou com a turminha do amendoim, ela também acabou em boa parte da torcida que ao meu ver já não compreendia mais o porque um jogador com tamanho potencial simplismente estava sumido dos jogos.Mais uma vez a torcida influencia diretamente, e acho que por mais que um clue seja regido pela sua torcida é preciso ter cautela e e impor a decisão do clube. Não sou e nunca vou se o torcedor que vai com a maioria, ou seja, quanto ao Wagner Love e agora Diego Sousa, por mais que nnao estivessem em bom momento, a quem poderiamos recorrrer ? A torcida atura o Robert e porque não dar as chaces que forem necessárias a jogadores que de fato possuem talento e que é sabido que a qualquer partida vão estourar ?

Nnoa gosto desse tipo de torcedor imediatista escroto que vê o jogador como uma máquina e com produtividade sempre forte e constante. Eu sou o palmeirense que gostaria de ainda ter no grupo os dois jogadores que a torcida burra e a diretoria ajudaram a expulsa-los do time.

A cobrança sempre tem que exisitir porque ha valores como respeito e amor envolvidos, mas nunca uma cobrança pode partir pra agessividade. Torcedor é torcedor e deve ter sua voz escutadae levada em consideração por aqueles que estão lá dentro do clube, os ditos capazes de administrar da melhor forma. Repito, pressnao sempre vai ter e quem não souber aproveitar as oportunidades ou não aguentar o tranco, pode cair fora.

Obrigado Diego, mas tenha a consciência de que parte do motivo de ter saído do Palmeiras também é sua. Não por ter perdido a paciência com os devoradores de amendoim, mas sim por não chamar a responsabilidade pra você, produzindo muito mais que sabe que é capaz.

Boa sorte e sucesso onde é esteja.

domingo, 9 de maio de 2010

São Marcos falou, São Marcos avisou

O que falar de uma tragédia anúnciada ? Digo isso lembrando de quando o Marcos desembarcou em São Paulo após de ter passado para a próxima fase da competição. O Santo palmeirense disse que para ser campeão o Palmeiras tinha que jogar muito mais do que estava apresentando.

E o time não melhorou e por fim a tragédia se concretizou. A idéia de jogar de maneira compacta no campo de defesa partindo para os contra ataques foi muito pouco pra um time que mau consegue segurar uma troca de passes entre seus jogadores.

Como se não bastasse o que todo palmeirense que se preze teme ,que é ver o time jogar mau e maltrando a bola ter que aturar uma disputa de penaltis atípica para batedores já que maioria das cobranças de ambos os lados foram perdidas. São Marcos não conseguiu dar conta do recado sozinho pois parte daqueles que se dizem seus discípulos e trabalham junto com vossa santidade, não sabem o que fazem quando tem a bola na marca do cal , mesmo com as várias possibilidades de espaço pra chutar cometem o pecado de cobrar com tanta displicência e por fim perdendo os penatis. Marcos poderia ter dito facilmente um dos grandes ensinamentos bíblicos:

"Faça da sua parte que eu os ajudarei ..."

Mas após tamanho tédio e descomprometimento dos jogadores só resta lamentar.

"Perdoa Senhor, eles não sabem o que fazem..."

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-GO x PALMEIRAS

Local: Estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO)
Data: 5 de maio de 2010, quarta-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Sandro Meira Ricci (DF)
Assistentes: Enio Ferreira de Carvalho e João Antonio Souza Paulo Neto (ambos DF)
Cartões amarelos: Marcos Assunção e Maurício Ramos (Palmeiras); Ayrton, Jairo, Agenor e Márcio (Atlético-GO)
Cartões vermelhos: Pierre (Palmeiras)

Gols:

ATLÉTICO-GO: Marcão, aos 24 minutos do segundo tempo.
Pênaltis:
ATLÉTICO-GO: Márcio e Elias marcaram. Marcão, Robston e Ayrton erraram.
PALMEIRAS: Ewerthon marcou. Danilo, Figueroa, Ivo e Cleiton Xavier erraram.

ATLÉTICO-GO: Márcio; Ayrton, Welton Felipe, Jairo e Tiago Feltri; Agenor (Elias), Pituca, Ramalho e Robston; Rodrigo Tiuí (Marcão) e Juninho
Técnico: Geninho.

PALMEIRAS: Marcos; Márcio Araújo, Maurício Ramos, Danilo e Armero; Edinho, Pierre, Marcos Assunção (Figueroa), Cleiton Xavier e Lincoln (Ivo); Robert (Ewerthon)
Técnico: Antônio Carlos Zago.

Fonte: Gazeta Esportiva

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Leandro tampão ?





Em virtude de um possível punição ao zagueiro Danilo, o departamento de futebol palmeirense correu para contratar um zagueiro e não sofrer com o desfalque de um jogador de defesa na reta final da Copa do Brasil. Leandro Amaro foi contrato por empréstimo já treinou com o time e aguarda ser inscrito na competição.

Fiquei supreso de encontrar vídeos dele no you tube e pelo que vi nos vídeos é um zagueiro, zagueiro ou seja, de jogo simples uma boa antecipação, muito embora esse tipo de caracterísitica varia de temperamento de jogo pra jogo e jogador pra jogador que está vindo com a boa dominada. É bem por ai, jogo simples, calma e serenidade, além de uma boa percepção de defesa.

Boa Sorte Leandro Amaro, que não sejas um tampão, até mesmo porque no Palmeiras esse rótulo não tem vez e que isso seja muito bem compreendido pela diretoria.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Ufa ...

"Demos alegria para a torcida com essa vaga, mas foi bem abaixo para um time que pensa em chegar a algum lugar. Não precisávamos ter sofrido tanto com um a mais. Só conseguimos o gol da classificação aos 43 minutos do segundo tempo" Marcos.

Nada como o Marcos pra sintetizar tão bem o cenário real que foi o jogo. Marcos é ídolo e muito embora seja conhecido por falar o que pensa, acho que ele foi até muito brando pelo que realmente foi o jogo. Na minha opinião houve apenas um micro progresso em termos de posicionamento do time dentro de campo (tendo como referência o primeiro jogo que o time jogou com a mesma equipe), mas no geral mesmo o time foi um desastre com uma boa ajuda do Antônio Carlos que mexeu muito mau, muito mau meeeeeesssmo.

Falsa Realidade

Ok, passamos pra próxima fase da Copa do Brasil e agora vamos enfrentar o Atlético Goianiense. Sem dúvida alguma é motivo de comemoração ter pulado mais um difícil confronto de mata mata, mas e eu digo de novo, masss, de longe e bota longe nisso o palmeirense pode bater no peito, respirar fundo e dizer que o time está preparado pro restante da competição e claro para o início do Campeonato Brasileiro. Estou assustado com o que vi no jogo de Curitiba e fiquei com a mesma reação do Marcos ao chegar em São Paulo no dia seguinte do jogo, ou seja, com cara de que tinha sido eliminado da competição e mesmo que o time tenha conseguido passar de fase, não é nada satisfatório a maneira como Diego Sousa ter sumido do jogo e a teimosia de Antônio Carlos em modificar a equipe de maneira afoita, desesperada e consequentemente desqualificada.

Como o pessoal do fantástico blog Mondo Palmeiras volta e meia destaca, a torcida do Palmeiras é uma torcida exigente e muito crítica (nem sempre coerente). E ai os outros torcedores dos outros times dizem: Mas lá no meu time somos exigentes também.

Enquanto nos outros clubes mesmo que vc jogue mau mas vença, a coisa é levada na boa e facilemente assimilada sem dificuldades no Palmeiras definitvamente não acontece e não é papo de torcedor fanático, tanto é que o melhor exemplo pra deixar isso bem claro são os clubes de "massa", que são conhecidos por estarem acostumados a sofrer dentro de campo pra ganharem as partidas. e verem seus torcedores baterem no peito e dizer gritando que "Ah, o meu time é assim, tudo tem que ser no sofrimento e na raça".

Isso no Palmeiras não existe, ha sem sombra de dúvida uma tradição de raça e luta e ai daquele que não demonstrar isso dentro de campo. A Sociedade Esportiva Palmeiras em toda sua história é reconhecida como a Academia, seres pensantes de futebol clássico, bonito e inteligente. No Palmeiras não se admite jogador burucutû, salvo pouquíssimas exceções como foi o caso do Tonhão nos pimeiros anos da década de 90, por carisma e por mostrar raça e respeito ao clube.

Técnicos como Celso Roth, Marcos Aurélio não vingaram em nem passaram perto do reconhecimento, porque por mais que ganhassem, seus times eram excessivamente defensivos e de pouca produtividade, jogando um futebol feio e medonho. É por essas e poroutras que Wanderley Luxemburgo e Luiz Felipe Scolari marcaram época até então por serem treinadores que mais se adequaram ao Palmeiras como clube, seguindo respeitando as tradições com equipes formadas para jogar no ataque dentro é claro das possibilidades de elenco.

Ê Zago, ê Zago ...

Em clube grande as opotunidades são poucas e coitado daquele que não se mancar, para acordando antes que seja tarde, perdendo a chance de se firmar. Essa é a minha teoria pra jogadores mas que vale perfeitamente para uma oportunidade como a que Antônio Carlos está tendo.

Gostei muito da conduta de início colocando todos os jogadores que tinha a disposição no elenco pra dar rítmo de jogo e sublinarmente dizer que podem ter chance na equipe. Mas acredito que essa fase já tenha passada e a ficha de que o elenco que ele tem pra trabalhar está ai tem que cair ao invês de não ficar reclamando publicamente na imprensa que o time é limitado e a vinda de jogadores é uregente. Isso se trata dentro de casa em reuniões com a diretoria do clube ( e saudades do Muricy).

No jogo em Curitiba Zago tirou Armero que fazia um execelente jogo com regularidade no apoio e algumas falhas normais dele na defesa, mas tudo sobre controle. Entrou Eduardo em seu lugar; de cara eu não procurei julgar porque pensei que o motivo fosse por conta de contusão, mas até agora lendo nos jonais e acompando a imprensa como sempre faço, não li nada a respeito, ou seja, foi por pura opção mesmo (coisa triste e lamentável). Pierri saiu por conta de está pendurado com cartão amarelo e em seu lugar entrou o "a sempre promessa", Ewerton que ia ficar aberto pela ponta direita aumentando o poder de ataque pelas laterais, pois o time jogava com um a mais. Não consegui entender essa modificação também, já que se for pra jogar aberto pelas laterias e potencializar esse tipo de jogo por conta da vantagem na quantidade de jogadores, que colocasse o Ivo, que pra mim é um autêntico ponta esquerda rendendo muito nesse só que na ala esquerda. Junto com o Armero iriamos aumentar e muito o poder de ataque. E na boa, Ewerton não tá jogando nada, e isso não é novidade pra mim desde o tempo da galinha preta (e vc torcedor, está supreso com o Ewerton não está jogando nada ou espera que ele seja um novo Kléber, resurgindo depois de um bom período obscuro na europa?). E por fim a substituição "Crasse A" e com requintes de "castastrofes" (rsrsrs!!!), Figueroa saiu entrou Marquinhos. Nessa alteração e pelo tempo da partida porque não reforçar o jogo aéreo Zago ? Eu colocaria o jovem Paulo Henrique no lugar do fraco Figueirioa pra fazer área com o Robert.

Zago abre os olhos que as oportunidades estão sendo queimadas.

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-PR 1 X 1 PALMEIRAS

Local: Arena da Baixada, em Curitiba (PR)
Data: 21 de abril de 2010 (quarta-feira)
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Gutemberg de Paula Fonseca (RJ)
Assistentes: Ricardo de Almeida e Wagner de Almeida Santos (ambos do RJ)

Cartões amarelos: Bruno Costa, Alex Mineiro, Tartá (A); Lincoln, Diego Souza, Pierre (P)
Cartão vermelho: Bruno Costa (A)

Gols:
ATLÉTICO-PR: Alan Bahia, aos 34 minutos do segundo tempo
PALMEIRAS: Lincoln, aos 43 minutos do segundo tempo

ATLÉTICO-PR: Neto; Manoel, Bruno Costa e Rhodolfo; Lisa, Chico, Alan Bahia, Netinho (Marcelo) e Márcio Azevedo; Alex Mineiro (Bruno Mineiro) e Pepe Toledo (Tartá)
Técnico: Leandro Niehues

PALMEIRAS: Marcos; Márcio Araújo, Danilo, Léo e Armero (Eduardo); Pierre (Ewerthon), Edinho, Figueroa (Marquinhos), Diego Souza e Lincoln; Robert
Técnico: Antônio Carlos

Fonte: Gazeta Esportiva

quarta-feira, 21 de abril de 2010

O jogo do ano

Chegou a hora nação palmeirense, definitivamente esse é o jogo do ano até agora sem sombra de dúvida. O time deve ser o mesmo do primeiro jogo no Palestra Itália, o que eu aprovo mesmo com toda a pressão que vai acontecer por fatores capo e "extra-campo". No que diz respeito ao jogo dentro das quartro linhas eu gostei dos primeiro 30 minutos do jogo anterior e achei que o restante da do jogo o time caio demais em produtividade não somente do time como um todo, mas de jogadores como o Diego Sousa e Linconl. Já a confusão relacionada aos jogadores Danilo e Manoel muito já foi dito e poucos se lembram que o episódio aconteceu dentro de campo e que coisas como as que aconteceu e até piores até piores ainda são totalemente normais. Longe daqui está defendendo a infeliz colocação do Danilo, muito pelo contrário acho que por mais puto que ele estivesse com o jogador do time adversário ele deveria responder jogando bola por isso ele tem, tanto é que no lance que o Paulo Baier foi expluso quem estava com a bola dominada pronto pra sair em contra-ataque era ele. Óbvio que uma provocação no cara tinha qe ser dada, ma tuod e maneira inteligente e não somente explosiva como ele fez.

O que mais quero do Palmeiras de maneira geral é comprometimento e empenho porque acredito nesse time e no Antônio Carlos por sua vontade e pelo que já vi ele fazer com no São Caetano. É de fato um gruo ainda limitado mas com potencial, cabe a expressão tão comum dentro futebol que dizem que o time precisa "encaixar" e é isso que eu acredito e pra alcançar tal obejtivo o trabalho precisa ser duro e sério.

Verde é a da esperança. Vâmo ganhar PORCO ... !

terça-feira, 13 de abril de 2010


O Jogo

Definitivamente esse é o jogo. Um jogo que carrega uma expectativa de dias melhores, uma mudança de postura do time, mais movimentação, mais entrosamento e mais ainda de quem até então não anda mostrando quase nada. A Copa do Brasil passou a ser a grande meta e não é apenas da boca pra fora, mas sim uma obrigação que com toda certea irá ditar o futuro do time ao longo do ano. Confesso que após o saber que o quem ganhar a Copa Sul Americana terá vaga na Libertadores do ano que vem, eu fiquei muito mais animado e esperançoso. Mas ... e eu digo de novo, mas ... tudo depende desse jogo, e não ha como fugir disso.

Como se não bastasse a forte expecativa que já vem a cada competição por ser simplismente a Sociedade Esportiva Palmeiras, ha o aditivo de uma mudança de postura pelo fracasso pelo estado em que o time ficou ao término do Campeonato Brasileiro de 2009. Muricy não conseguiu mudar e Zago no meu ponto de vista conseguiu mudar pouco o comportamento do time dentro de campo. Aliás Antônio Carlos que se cuide porque o discurso sempre é o mesmo, ou seja, nada vale o que a diretoria demonstra de confiança com relação a apoio se oresultado não for positivo e mais do que isso se o time não jogar bem. Tem sim o reconhecimento de ídolo que sempre estará com Antônio Carlos mas se os ingredientes da receita não derem o caldo e o toque especial a altura do Palmeiras, não vai te jeito, ele vai rodar. Falo isso não por que adoto uma postura imediatista e quase sempre escrota da maioria, mas sim porque a paciência meu caro, está curta pra não dizer que já foi pras cucuias ...

Soldados convocados

Os jogadores relacionados para o jogo são:

Sem mistérios, o técnico Antônio Carlos Zago confirmou algumas de suas mudanças no Palmeiras, que nesta quinta-feira, às 19h30m, enfrenta o Atlético-PR pela primeira partida das oitavas de final da Copa do Brasil, no Palestra Itália. Sem poder contar com Cleiton Xavier, lesionado, o treinador afirmou que terá Figueroa no meio-campo, função que o atleta já desenvolveu quando atuava no Chile.

A lateral direita ficará a cargo novamente de Márcio Araújo, que também já desempenhou a função no Atlético-MG. Os meias Lincoln e Diego Souza se revezarão na frente, auxiliando o atacante Robert.

Nas suas explicações sobre o posicionamento dos jogadores, Zago afirmou que não está improvisando na equipe. Apenas recolocando alguns atletas em suas posições de origem.

-Não considero improvisações porque o Figueroa foi contratado quando estava no seu primeiro ano de lateral. O Márcio é mais marcação e na defensiva é bem melhor que o Figueroa e por isso vai jogar daquele lado. O Eduardo também sente dificuldade para jogar ali – explicou Zago.

Sem jogar deste o dia 25 de fevereiro, quando o Palmeiras venceu o Paysandu, no Palestra Itália, Figueroa volta ao time depois de se recuperar de uma periostite no fêmur direito. Apesar do tempo parado, Zago acredita que o atleta não terá dificuldades na partida.

-Todo jogador tem de ser exigido e fisicamente ele está bem. Ele tem experiência no futebol e acredito que não vai ser um problema. Se cansar, a gente troca.

Fonte: Matéria postada no jornal esportivo Lancenet