domingo, 16 de maio de 2010

Gorando não, agilizando
A notícia de que Felipão não renovará com o seu time do Uzbequistão logo após a Copa do Mundo é de fato pra deixar qualquer palmeirense maluco e sonhador com volta do eterno paizão Scolari. Reforçando que desde o ano e ajudado pelo início desse semestre, a paciência da torcida já foi para as chamadas "cucuias" e por conta disso o limite hoje é zero. Por parte do Antônio carlos não acreditando em algo melhor do que está fazendo, eu defitivamente espero pacientemente mesmo que o dia seja ano a volta de Felipão ao Palmeiras.

Pra mim o prazo máximo de sustentabilidade do Antônio Carlos vai até a quarta ou quinta rodada do Campeonato Brasileiro. Da forma com que o time se comporta dentro de campo produzindo muito pouco e quando é pra fazer substituições elas são ruins e demoradas pra serem realizadas, Zago já era pra ter voado mas pra não dizer que não tenho paciência vamos ver hoje o time contra o Vasco passado uma semana treinando e arrumando o time.

Aê Felipão, não some não viu!

sábado, 15 de maio de 2010

Gratidão sim, porém ...
Quando Luxemburgo comandou Diego Sousa, de fato ele ficou bem escondido no esquema tático do time Campenao Paulista, mas teve sim sua ótima parcela de importância naquele super time. Após a saida de Valdívia e a não substituição a altura do jogador, Diego Sousa foi tendo mais espaço e liberdade pra crescer dentro da equipe. O jogador que atuava praticamente como um segundo voltante se tornou um meia em adiantado chegando constantemente ao ataque. Mas não foi a da mudança de pocisionamento que ele começou a se destacar, vi um jogador que foi adquindo confiança e por a partir dai supreendo com lindas jogadas e gols sensacionais. É desse jogador que vou sentir falta e que lamento o não ter mais no grupo. Infelizmente de um bom tempo pra cá Diego Sousa não vem jogando absolutamente nada. Desde a derrocada do time no Campeonato Brasileiro do ano passa eu já tinha uma anáslise do jogador. Diego é um jogador grande (1,86) e muito forte, exigi dele uma movimentação maior na faixa de meio campo (armando) e presença no ataque acaba exigindo demais dele fisicamente justamnete pelo seu porte. Armar e por muitas vezes se fazer presente no ataque é desgastar o jogador que já no segundo tempo das partidas sempre cai muito de produtividade. Eu testaria ele no ataque como um primeiro atacante ajudando o Robert na frente mas sem responsabilidade marcar ou colocaria ele no lugar do Robert como um centro avante mesmo, pois vejo um jogador com características boas em um atacante bem a frente. Chute, força no giro, jogar de costas, drible curto. É claro que quanto a jogar de costas para o gol seria necessário um trabalho de condiocionamento sem que esse inibisse outro ponto forte dele que é o drible frente a frente com o adversário.

Infelizmente toda essa empolgação que talvez pudesse ocorrer por ser uma das principais estrelas do time foi acabando com as partidas de atuações apagadas e o pior de tudo desmotivadas. Foi ai que a torcida se revoltou e perdeu a paciência com o jogador, que absorveu as ofensas de meia dúzia de ditos torcedores e repondeu dando dedo e enchendo a boa com palavrões. No início do ano Diego Sousa também foi alvo da ira dos torcedores em um protesto da Mancha Verde em frente ao Palestra Itália o chamando de pipoqueiro. Diego responde em campo e parecia que aos pouco as coisas iam caminhando para uma conciliação. Isso durou pouco e a apatia que o fazia sumir literalmente do jogo não casava com o desejo da torcida de puxar a resposabilidade nos jogos e tentar ser decisivo. Depois das trocas de ofensas, Diego não foi a público pedir desculpas e a diretoria resolveu afasta-lo do grupo.

Assim como a paciência de Diego Sousa acabou com a turminha do amendoim, ela também acabou em boa parte da torcida que ao meu ver já não compreendia mais o porque um jogador com tamanho potencial simplismente estava sumido dos jogos.Mais uma vez a torcida influencia diretamente, e acho que por mais que um clue seja regido pela sua torcida é preciso ter cautela e e impor a decisão do clube. Não sou e nunca vou se o torcedor que vai com a maioria, ou seja, quanto ao Wagner Love e agora Diego Sousa, por mais que nnao estivessem em bom momento, a quem poderiamos recorrrer ? A torcida atura o Robert e porque não dar as chaces que forem necessárias a jogadores que de fato possuem talento e que é sabido que a qualquer partida vão estourar ?

Nnoa gosto desse tipo de torcedor imediatista escroto que vê o jogador como uma máquina e com produtividade sempre forte e constante. Eu sou o palmeirense que gostaria de ainda ter no grupo os dois jogadores que a torcida burra e a diretoria ajudaram a expulsa-los do time.

A cobrança sempre tem que exisitir porque ha valores como respeito e amor envolvidos, mas nunca uma cobrança pode partir pra agessividade. Torcedor é torcedor e deve ter sua voz escutadae levada em consideração por aqueles que estão lá dentro do clube, os ditos capazes de administrar da melhor forma. Repito, pressnao sempre vai ter e quem não souber aproveitar as oportunidades ou não aguentar o tranco, pode cair fora.

Obrigado Diego, mas tenha a consciência de que parte do motivo de ter saído do Palmeiras também é sua. Não por ter perdido a paciência com os devoradores de amendoim, mas sim por não chamar a responsabilidade pra você, produzindo muito mais que sabe que é capaz.

Boa sorte e sucesso onde é esteja.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Desconfiança e limite zero
O Brasileirão começou com um magro e desconfiado placar de um a zero sobre o time do Vitória dentro do Palestra Itália. Mesmo a noite chuvosa em São Paulo não inibiu os bravos palmeirenses (no sentido de coragem de sair de casa chuvendo e na persistência em ver o time do Palmeiras em campo). A torcida está de olhos grandes em cima desse time descofianda de cada um dos jogadores poupando apenas São Marcos. Tenha certeza que o limite é zero e se o time não engrenar Zago pode ir pegando o bêco já na terceira ou quarta rodada.

O Jogo

De volta ao 4-4-2 o time notoriamente se movimentou muito mais com base ao meu ver nas características particulares de boa parte dos jogadores. Na zaga que atuou sem Danilo suspenso em 11 jogos pela confusão com o zagueiro Manoel do Atético-PR o Palmeiras bateu um pouco de cabeça quando a pressão aumentava. Edinho e Léo formaram a dupla no setor. O meio campo defensivo ganhou velocidade com Márcio Araújo voltado a sua posição de origem caindo pelos dois lados do campo. Pierri definitivamente não anda nada errando muitos passes e se mostrando afoito já em alguns jogos causando um aumento fora do normal de cartões amarelos e vermelhos sem falar no número altíssimo de passes errados que anda cometendo. As laterias foram o grande trunfo do Palmeiras nessa partida com os avanços do estreante Vitor e do pulmão de aço Armero (cadê a galera que não poupou críticas sem nenhuma base a ele ?).Cleiton Xavier não fez feio mas de longe foi um destaque como se espera, aliás qualquer hora dessa sobra pra ele vaias e xingamentos de uma torcida que ja é impaciente por natureza. Linconl cadênciou o meio campo e teve ótima movimentação chamando o jogo muitas vezes pra ele (ainda espero mais e sei que sou o único a pensar assim) Robert foi o burucutû da noite perdendo penalti e errando gols um atrás do outro. Ele tem muita vontade e ótima condição física pra trombar com os zagueiros, mas quando se precisa de um toque mais sutil e colocado baixe a cabeça por que la vem merda.

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS x VITÓRIA


Local: Palestra Itália, em São Paulo (SP)
Data: 8 de maio de 2010 (sábado)
Horário: 18h30 (Brasília)
Renda: R$ 186.547,00
Público: 6.025 pagantes
Árbitro: Péricles Bassols Cortez (FIFA-RJ)
Assistentes: Edney Guerreiro Mascarenhas e Marco Aurélio Pessanha (ambos RJ)
Cartões amarelos: Deola e Edinho (Palmeiras); Renie (Vitória)
Cartões vermelhos: Walace (Vitória)

Gols:
PALMEIRAS: Lincoln, aos 33 minutos do segundo tempo

PALMEIRAS: Marcos; Vitor, Edinho, Léo e Armero; Pierre (Vinicius), Márcio Araújo, Lincoln (Marcos Assunção) e Cleiton Xavier; Ewerthon e Robert (Paulo Henrique)
Técnico:
Antônio Carlos Zago.

VITÓRIA: Viafara, Rafael Granja (Edson), Walace, Renie e Egidio; Uelliton, Neto, Renato (Neto Berola) e Bida; Elkeson (Vanderson) e Júnior
Técnico: Ricardo Silva.

domingo, 9 de maio de 2010

São Marcos falou, São Marcos avisou

O que falar de uma tragédia anúnciada ? Digo isso lembrando de quando o Marcos desembarcou em São Paulo após de ter passado para a próxima fase da competição. O Santo palmeirense disse que para ser campeão o Palmeiras tinha que jogar muito mais do que estava apresentando.

E o time não melhorou e por fim a tragédia se concretizou. A idéia de jogar de maneira compacta no campo de defesa partindo para os contra ataques foi muito pouco pra um time que mau consegue segurar uma troca de passes entre seus jogadores.

Como se não bastasse o que todo palmeirense que se preze teme ,que é ver o time jogar mau e maltrando a bola ter que aturar uma disputa de penaltis atípica para batedores já que maioria das cobranças de ambos os lados foram perdidas. São Marcos não conseguiu dar conta do recado sozinho pois parte daqueles que se dizem seus discípulos e trabalham junto com vossa santidade, não sabem o que fazem quando tem a bola na marca do cal , mesmo com as várias possibilidades de espaço pra chutar cometem o pecado de cobrar com tanta displicência e por fim perdendo os penatis. Marcos poderia ter dito facilmente um dos grandes ensinamentos bíblicos:

"Faça da sua parte que eu os ajudarei ..."

Mas após tamanho tédio e descomprometimento dos jogadores só resta lamentar.

"Perdoa Senhor, eles não sabem o que fazem..."

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-GO x PALMEIRAS

Local: Estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO)
Data: 5 de maio de 2010, quarta-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Sandro Meira Ricci (DF)
Assistentes: Enio Ferreira de Carvalho e João Antonio Souza Paulo Neto (ambos DF)
Cartões amarelos: Marcos Assunção e Maurício Ramos (Palmeiras); Ayrton, Jairo, Agenor e Márcio (Atlético-GO)
Cartões vermelhos: Pierre (Palmeiras)

Gols:

ATLÉTICO-GO: Marcão, aos 24 minutos do segundo tempo.
Pênaltis:
ATLÉTICO-GO: Márcio e Elias marcaram. Marcão, Robston e Ayrton erraram.
PALMEIRAS: Ewerthon marcou. Danilo, Figueroa, Ivo e Cleiton Xavier erraram.

ATLÉTICO-GO: Márcio; Ayrton, Welton Felipe, Jairo e Tiago Feltri; Agenor (Elias), Pituca, Ramalho e Robston; Rodrigo Tiuí (Marcão) e Juninho
Técnico: Geninho.

PALMEIRAS: Marcos; Márcio Araújo, Maurício Ramos, Danilo e Armero; Edinho, Pierre, Marcos Assunção (Figueroa), Cleiton Xavier e Lincoln (Ivo); Robert (Ewerthon)
Técnico: Antônio Carlos Zago.

Fonte: Gazeta Esportiva

terça-feira, 4 de maio de 2010

Fisgada no músculo adutor tira Diego Souza do jogo

Não vou levantar supostas historinhas de que Diego esteja fazendo corpo mole pra não entrar dentro de campo. Que ele está fazendo corpo mole já faz um bom tempo nos jogos do Palmeiras isso é verdade e não é simplismente mais um julgamento porque já cheguei a levantar a hipótese de que ele estava em má forma ou que a posição em que atua não favorecia seu estilo de jogo principalmente suas limitações físicas.

No jogo contra o Atlético - Go Diego Souza foi substituido, vaiado e xingado na sua saída do campo. Diego antes de sentar no banco de reservas se virou para as numeradas e soltou um sonoro "FDP" mandando dedo pra meia dúzia de falsos palmeirenses almofadinhas das arquibancadas cobertas. Óbvio que o ato do Diegos Souza não foi nada correto porque por mais que o sangue esquente, sempre a melhor resposta que ele pode dar é dentro de campo mostrando futebol que ele tem. Do outro lado está sempre esse pessoal que pra mim boa parte não sabe nada de futebol e é sempre desse lado que começa as ditas críticas infundadas e infantis que infelizmente reverberam pra parte da arquibancada.

Bom, espero que o Diego Souza esfrie a cabeça, e no próximo jogo dentro do Palestra no sábado contra o Vitória pelo Brasileirão 2010 ele enfrente essa meia dúzia de gente e jogue a bola que tem calando a boca desse de cada um.

Fecha a boca, para de andar dentro de campo e joga a bola que você sabe. Vâmo lá Diego.

domingo, 2 de maio de 2010

Palpite. Agora vai !
Valeu a intenção e claro o placar

Contra o Atlético Goianiense, concluo que valeu a intenção do Antônio Carlos em optar por jogar com três zagueiros, fortalecendo a defesa, dando liberdade aos laterais de atacarem, potencioalizando o setor masi forte da equipe que é o meio campo e claro, consequentemente municiando ainda mais o ataque aumentando as oportunidades de gol. Jogando em casa e com essa disposição e intenção tática tudo realemente parece lindo beirando a perfeição se não fosse alguns detalhes pra viabilizar tudo isso: perfil dos jogadores e treinamento.

Com o andaandamento do jogo foi claro perceber que Edinho ficaria como um terceiro zagueiro atuando na entrada da grande área tendo do seu lado direito o Léo e do lado esquerdo o Danilo. Como único volante atuando um pouco mais avançado com relação ao Edinho e já fomeçando a formar o conjunto de jogadores de meio campo, o estreante Marcos Assunção marcando e cadenciando a saída de bola. Ainda compondo essa faixa do campo Cleiton Xavier literalmente armando jogando como um autêntico garçom abastecendo as saídas pelas laterais com Amero ou Márcio Araújo e claro avanços de Linconl pelo meio do ataque, setor esse composto por Diego Souza que recuava pra compor o meio campo em algumas jogadas mas predominantemente ficava mais no ataque com Robert o típico centro avante.

Seria ótimo se toda essa sincronia de ações rendesse tudo aquilo que a teoria nos permite, se nnao fosse os características que nada combinam com os zagueiros do Danilo e Léo por serem jogadores relativamente pesados e por conta disso sentiram e muito na hora de fazer a cobertura dos laterias, por muitos momentos se via os dois zagueiros bem abertos atentos a subida dos laterias. Edinho que já joga de zagueiro não sentiu tanto a posição só que por conta de um outro problema de maior prorporção que é a falta de entrosamento afinal de contas do último jogo onde apenas se esboçava esse tipo de jogo para agora, o tempo foi pequeno pra encaixar um novo esquema tático com jogadores novos em campo como Cleiton Xavier e Marcos Assunção. Assunção por sinal por mais que seja um jogador que se encaixa perfeitametne no perfil de atuação jogando como um "cabeça de área" mais adiantado, faltava a ele entrosamento mas apesar disso vejo que ele jogou muito bem.

E ai vem o meio de campo. Com tanta gente nesse setor é notório e necessário que cada um precisa saber o que fazer e onde se colocar e quanto a isso a coisa ficou faltando. Sendo o principal arma do time com Marcos Assunção, Cleiton Xavier, Linconl e incluo também Diego Souza mas a adição dos laterais Armero e Mácio Araújo ,volta e meia o time perdia em qualidade de passe, defensivamente e ofensivamente. Resumindo ficaram batendo cabeça, perdendo o tempo de atacar e se defender. Tanto é que as jogadas pelas laterais e tinha que acontecer facilmente em maior volume não apareceram.

Simplificando a intenção do Antônio Carlos de proteger a defesa soltando os laterias e por consequência aumentando o poder ofensivo da equipe foi linda e maravilhosa eu diria mas tamanha produtividade de longe iria se encaixar logo de cara em um única partida. Valeu a intenção.

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 1 x 0 ATLÉTICO-GO

Local: Estádio Palestra Itália, em São Paulo (SP)
Data: 29 de abril, quinta-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Renda: R$ 734.864,00
Público: 23.892 pagantes
Árbitro: Leonardo Gaciba (RS)
Assistentes: Paulo Ricardo Conceição e José Antônio Franco (Ambos RS)
Cartões amarelos: Gilson, Pituca, Jairo e Márcio Gabriel (Atlético-GO); Edinho, Armero, Danilo e Léo (Palmeiras)
Gols:
PALMEIRAS: Cleiton Xavier, aos 49 minutos do segundo tempo

PALMEIRAS: Marcos; Márcio Araújo, Léo, Danilo e Armero, Edinho, Marcos Assunção, Cleiton Xavier e Lincoln; Diego Souza (Paulo Henrique) e Robert (Ewerthon)
Técnico: Antônio Carlos Zago

ATLÉTICO-GO: Márcio; Márcio Gabriel, Gilson, Jairo e Tiago Feltri; Agenor, Pituca, Ramalho e Robston; Rodrigo Tiuí e Marcão (Elas)
Técnico: Geninho.